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Vacina contra herpes-zóster: por que tanta gente está falando dela agora?

A vacinação contra herpes-zóster ganhou destaque em 2026. Entenda quem deve se vacinar, como funciona o esquema de doses e por que a vacina ainda não faz parte do SUS.

Vacina contra herpes-zóster: por que tanta gente está falando dela agora?

Uma vacina que está chamando atenção

Se você tem acompanhado as notícias ou recebido informações de clínicas e redes de farmácias, provavelmente percebeu que a vacinação contra o herpes-zóster está em evidência.

E existe uma razão importante para isso.

O herpes-zóster é causado pelo mesmo vírus responsável pela catapora, o vírus varicela-zóster.

Depois que uma pessoa tem catapora, o vírus não necessariamente desaparece completamente do organismo. Ele pode permanecer em estado latente e, anos depois, voltar a se manifestar como herpes-zóster.

A doença costuma provocar uma erupção dolorosa na pele, geralmente acompanhada de dor, ardência ou sensibilidade na região afetada.

E existe uma complicação que merece atenção especial:

a neuralgia pós-herpética.

É uma dor que pode permanecer mesmo depois que as lesões da pele desaparecem.

É justamente por causa do risco de complicações, especialmente com o avanço da idade e em determinados grupos de pessoas, que a prevenção ganhou importância.

Por que a doença pode aparecer muitos anos depois da catapora?

Essa é uma das partes mais interessantes dessa história.

Imagine que uma pessoa teve catapora durante a infância.

Depois da recuperação, o vírus permanece adormecido no organismo.

Décadas podem passar.

Em determinadas situações, especialmente quando ocorre alteração ou enfraquecimento da resposta imunológica, o vírus pode ser reativado.

É nesse momento que pode surgir o herpes-zóster.

Isso significa que uma pessoa pode ter tido catapora há 50, 60 ou 70 anos e ainda assim apresentar herpes-zóster posteriormente.

Por isso, a doença não deve ser confundida com uma nova infecção pelo vírus.

É uma reativação do vírus varicela-zóster que permaneceu no organismo.

A idade muda essa história

O risco de desenvolver herpes-zóster aumenta com o envelhecimento.

Isso está relacionado, entre outros fatores, às mudanças que acontecem no sistema imunológico ao longo da vida.

Pessoas imunocomprometidas também podem apresentar risco aumentado.

Por isso, a vacinação contra herpes-zóster é particularmente relevante para pessoas mais velhas e para determinados grupos de risco.

As recomendações podem variar de acordo com idade, condição clínica e orientação médica.

E existe outro ponto importante:

mesmo quem já teve herpes-zóster pode ter indicação de vacinação.

Ou seja, ter apresentado a doença anteriormente não significa necessariamente que a pessoa esteja protegida para sempre.

Mas afinal: está tendo campanha nacional?

Não exatamente.

Essa é uma informação importante para não gerar confusão.

O Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde para 2026 não incorporou a vacina contra herpes-zóster à vacinação de rotina do SUS.

Em janeiro de 2026, o Conselho Federal de Farmácia também informou que o Ministério da Saúde havia decidido manter a vacina recombinante contra herpes-zóster fora do SUS, após avaliação da Conitec.

Por outro lado, existem campanhas e ações de vacinação na rede privada e por instituições específicas.

Em São Paulo, por exemplo, uma campanha divulgada em 2026 estabeleceu a aplicação da segunda dose entre 17 e 31 de agosto nas unidades participantes da Drogaria São Paulo e Drogaria Pacheco.

Ou seja:

a vacinação está acontecendo, mas isso não significa que a vacina tenha entrado no calendário universal do SUS.

E entender essa diferença é fundamental antes de compartilhar informações nas redes sociais.

Como funciona a vacina contra o herpes-zóster?

A vacina atualmente utilizada no Brasil para prevenção do herpes-zóster é a vacina recombinante adjuvada, conhecida comercialmente como Shingrix.

Ela é diferente da antiga vacina de vírus vivo atenuado que deixou de ser comercializada no Brasil em 2022. A vacina recombinante utiliza a glicoproteína E do vírus varicela-zóster, combinada a um adjuvante que ajuda a estimular uma resposta imunológica mais forte.

Em outras palavras, ela não contém o vírus completo capaz de causar a doença.

A ideia é apresentar ao sistema imunológico uma parte importante do vírus para que ele desenvolva uma resposta de defesa capaz de reconhecer o agente caso ele tente se reativar.

💉 Por que são necessárias duas doses?

O esquema recomendado é de duas doses, normalmente com intervalo de aproximadamente dois meses.

A primeira dose inicia e prepara a resposta imunológica.

A segunda funciona como um reforço, ajudando a consolidar essa resposta.

A recomendação da Sociedade Brasileira de Imunizações é de duas doses para pessoas a partir de 50 anos e também para adultos a partir de 18 anos que sejam imunocomprometidos ou apresentem situações de risco aumentado, conforme avaliação individual.

É importante completar o esquema.

Tomar apenas a primeira dose não significa que o esquema vacinal esteja completo.

👴 Quem deve considerar a vacinação?

De forma geral, a vacina é indicada para:

Pessoas com 50 anos ou mais, como vacinação de rotina na rede privada.

Adultos a partir de 18 anos com imunossupressão ou determinadas condições que aumentem o risco de herpes-zóster, sempre considerando a avaliação médica e as recomendações específicas.

Algumas condições associadas a maior risco incluem determinadas doenças crônicas, doenças oncológicas e situações que envolvem comprometimento do sistema imunológico.

Isso não significa que toda pessoa com uma doença crônica necessariamente precise receber a vacina.

A indicação deve considerar o quadro individual.

“Mas eu já tive herpes-zóster. Preciso tomar?”

Essa é uma das dúvidas mais comuns.

Ter tido herpes-zóster não significa que a pessoa esteja automaticamente protegida para o resto da vida.

A vacinação pode ser recomendada mesmo para quem já apresentou a doença anteriormente. A SBIm recomenda a vacinação nessa situação, respeitando o intervalo adequado após o episódio.

Isso acontece porque o vírus permanece no organismo e pode ser reativado novamente.

Portanto, quem já teve herpes-zóster não deve simplesmente assumir que “não precisa mais da vacina”.

O momento adequado para vacinar, entretanto, deve ser definido considerando a recuperação do episódio e a situação clínica.

E quem tomou a vacina antiga?

Também existe essa dúvida.

A vacina recombinante pode ser indicada mesmo para pessoas que receberam anteriormente a vacina atenuada, respeitando os intervalos recomendados.

Isso ocorre porque são vacinas diferentes e apresentam características distintas.

Por isso, quem já recebeu uma vacina contra herpes-zóster deve informar isso ao profissional ou serviço de vacinação antes de receber uma nova dose.

😣 A vacina pode causar reação?

Pode.

Como acontece com outras vacinas, algumas pessoas apresentam reações após a aplicação.

Entre as manifestações mais comuns estão:

  • dor no local da aplicação;

  • vermelhidão ou inchaço;

  • cansaço;

  • dor muscular;

  • dor de cabeça;

  • febre ou mal-estar.

Em geral, essas reações são temporárias e refletem a ativação do sistema imunológico.

A intensidade pode variar bastante de uma pessoa para outra.

Por isso, não é incomum alguém dizer que ficou “derrubado” por um ou dois dias depois da vacinação.

Isso não significa que a vacina tenha causado herpes-zóster.

A vacina estimula o sistema imunológico a criar uma resposta de defesa contra o vírus.

Ela não provoca herpes-zóster por conter o vírus completo, pois a vacina recombinante não utiliza o vírus inteiro.

E a proteção é garantida para sempre?

Nenhuma vacina oferece proteção absoluta.

O objetivo da vacinação é reduzir significativamente o risco da doença e, principalmente, de suas complicações.

A vacina recombinante apresentou eficácia superior a 90% nos estudos que fundamentaram sua utilização, inclusive em faixas etárias mais avançadas.

Por isso, ela representa uma importante ferramenta de prevenção, especialmente para pessoas que apresentam maior risco de desenvolver herpes-zóster ou suas complicações.

Mas vacinação não significa risco zero.

Prevenir continua sendo diferente de garantir que uma doença jamais acontecerá.

Por que a vacinação contra o herpes-zóster é especialmente importante com o passar dos anos?

O envelhecimento provoca mudanças naturais no sistema imunológico.

Esse processo, chamado de imunossenescência, pode reduzir a capacidade do organismo de responder a determinadas ameaças.

É um dos motivos pelos quais o herpes-zóster se torna mais relevante a partir de determinadas idades.

Mas idade não é o único fator.

Algumas condições de saúde e tratamentos que diminuem a resposta imunológica também podem aumentar o risco.

Por isso, a recomendação da vacina não deve ser vista apenas como uma questão de idade.

Ela precisa considerar o perfil de saúde de cada pessoa.

🛡️ A vacina não trata um episódio que já começou

Esse é outro ponto importante.

A vacina contra herpes-zóster é uma ferramenta de prevenção.

Ela não deve ser utilizada como tratamento para uma crise de herpes-zóster que já esteja acontecendo.

Se uma pessoa apresentar dor, ardência, formigamento ou uma erupção de pequenas bolhas, principalmente em uma região localizada do corpo, deve procurar atendimento médico.

O diagnóstico precoce pode ser importante porque o tratamento antiviral, quando indicado, tende a ser mais eficaz quando iniciado nos primeiros dias da doença.

Vacina é prevenção. Episódio ativo é outra situação e precisa de avaliação.

🏥 E como fica a vacinação no SUS?

Aqui existe uma informação que merece bastante atenção.

Dizer simplesmente que “a vacina não está no SUS” pode ser incompleto.

A vacina contra herpes-zóster não faz parte da vacinação universal de rotina para toda a população, mas a versão recombinante inativada aparece nas recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações para pacientes de determinadas condições especiais, com vacinação em serviços de referência e unidades indicadas para esses grupos.

Isso é diferente de dizer que qualquer pessoa com 50 anos ou mais pode simplesmente chegar a uma UBS e solicitar a vacina gratuitamente.

Para a população geral nessa faixa etária, a vacina continua sendo principalmente uma opção disponível na rede privada, conforme indicação e disponibilidade.

A Anvisa registra a vacina Shingrix para adultos com 50 anos ou mais e para adultos a partir de 18 anos com risco aumentado para herpes-zóster.

Por isso, antes de procurar um serviço, vale verificar qual é a indicação para aquele perfil e onde a vacina está disponível.

💉 Quem tem imunidade comprometida precisa de atenção especial

Pessoas imunocomprometidas ou que passarão por tratamentos capazes de reduzir a resposta imunológica podem ter recomendações específicas.

Nesses casos, o momento da vacinação pode ser particularmente importante.

A SBIm recomenda, quando possível, que a vacinação seja realizada antes do início de determinadas terapias imunossupressoras ou procedimentos que possam comprometer a resposta imunológica.

Isso não significa que uma pessoa em tratamento imunossupressor esteja automaticamente impedida de receber a vacina.

Pelo contrário: a vacina recombinante pode ser indicada justamente para pessoas com maior risco, mas o momento e o esquema precisam ser avaliados individualmente.

⚠️ Quem não deve simplesmente tomar a vacina sem avaliação?

A principal contraindicação descrita para a Shingrix é uma hipersensibilidade conhecida ao princípio ativo ou a algum componente da vacina. Em caso de doença febril aguda importante, a vacinação pode precisar ser adiada até a recuperação.

Por isso, antes da aplicação, é importante informar ao profissional:

  • alergias graves anteriores;

  • doenças atuais;

  • tratamentos imunossupressores;

  • quimioterapia ou radioterapia;

  • transplantes ou procedimentos recentes;

  • histórico de vacinação contra herpes-zóster;

  • episódio anterior de herpes-zóster.

Não é necessário decorar todas as contraindicações.

O importante é não esconder informações clínicas no momento da vacinação.

🧠 Herpes-zóster não é apenas uma doença de pele

Talvez essa seja a principal razão para o assunto merecer atenção.

As lesões costumam desaparecer depois de algum tempo, mas a doença pode provocar complicações.

A mais conhecida é a neuralgia pós-herpética, caracterizada por dor persistente na região afetada mesmo depois que as lesões cutâneas desaparecem.

Essa dor pode durar semanas, meses ou, em alguns casos, ainda mais tempo.

O risco de complicações aumenta com a idade, especialmente em pessoas mais velhas.

Por isso, quando falamos em vacinação, não estamos falando apenas em evitar algumas bolhas na pele.

Estamos falando também em reduzir o risco de uma doença dolorosa e de suas complicações.

🐔 E qual é a relação com a catapora?

Herpes-zóster e catapora são provocados pelo mesmo vírus: o varicela-zóster.

A diferença está no momento em que o vírus se manifesta.

Na primeira infecção, geralmente durante a infância, pode ocorrer a catapora.

Depois da recuperação, o vírus permanece latente no organismo.

Anos ou décadas depois, ele pode ser reativado e provocar o herpes-zóster.

Isso explica por que uma pessoa que nunca teve contato recente com alguém doente pode desenvolver herpes-zóster.

O vírus não precisou entrar novamente no corpo.

Ele já estava lá.

A prevenção começa antes da doença aparecer

É justamente esse mecanismo que torna a vacinação tão interessante.

Em vez de esperar o vírus se reativar para então lidar com a doença e suas possíveis complicações, a vacinação prepara o sistema imunológico para responder melhor.

E esse é um dos princípios fundamentais da vacinação:

preparar o organismo antes que o problema aconteça.

No caso do herpes-zóster, essa prevenção ganha ainda mais importância conforme aumentam os fatores associados ao risco.

Por isso, conversar sobre a vacina com um profissional de saúde pode ser especialmente relevante para pessoas a partir dos 50 anos e para adultos mais jovens que apresentam condições de maior risco.

Não é sobre ter medo do herpes-zóster.

É sobre conhecer o risco, entender as opções de prevenção e tomar decisões de saúde com informação adequada.

Conclusão: informação também é uma forma de prevenção

O herpes-zóster pode parecer, à primeira vista, apenas uma doença de pele.

Mas a história é mais complexa.

O mesmo vírus que provoca a catapora pode permanecer no organismo durante muitos anos e, posteriormente, ser reativado. O risco aumenta com o envelhecimento e em determinadas situações de imunidade comprometida.

A vacinação representa uma das principais estratégias disponíveis para reduzir esse risco e suas complicações.

Mas existe uma informação que não pode ser ignorada:

a vacina contra herpes-zóster ainda não foi incorporada ao SUS para a indicação avaliada pela Conitec em 2026. A decisão publicada em janeiro de 2026 foi pela não incorporação para idosos com 80 anos ou mais e pessoas imunocomprometidas a partir dos 18 anos.

Isso não significa que a vacina não exista ou que não seja recomendada.

A vacina recombinante possui indicação aprovada pela Anvisa para adultos a partir de 50 anos e para adultos a partir de 18 anos com risco aumentado.

Significa apenas que indicação médica, disponibilidade e oferta pelo SUS são coisas diferentes.

Por isso, se você está dentro da faixa etária recomendada ou possui alguma condição que aumente o risco, vale conversar com um profissional de saúde ou serviço de vacinação para entender se a vacina é indicada para você.

Prevenir antes da dor aparecer pode fazer toda a diferença.


FAQ — Vacina contra herpes-zóster

Quem pode tomar a vacina contra herpes-zóster?

A vacina recombinante é indicada para adultos a partir de 50 anos e para adultos a partir de 18 anos que apresentam risco aumentado, conforme avaliação e indicação profissional.

Quem já teve herpes-zóster pode se vacinar?

Sim. Ter tido herpes-zóster anteriormente não significa proteção permanente. A vacinação pode ser recomendada mesmo após um episódio, respeitando o momento adequado após a doença.

A vacina contra herpes-zóster está disponível no SUS?

A vacina recombinante não foi incorporada ao SUS na decisão publicada em janeiro de 2026 para a indicação avaliada pela Conitec.

Quantas doses são necessárias?

O esquema da vacina recombinante é de duas doses. O intervalo recomendado pode variar conforme a situação clínica e a indicação.

A vacina pode causar herpes-zóster?

Não. A vacina recombinante não contém o vírus completo capaz de causar herpes-zóster.

Quem teve catapora precisa se preocupar com herpes-zóster?

Sim. A catapora e o herpes-zóster são causados pelo mesmo vírus. Depois da catapora, o vírus pode permanecer latente no organismo e ser reativado anos mais tarde.

A vacina elimina completamente o risco?

Não. Nenhuma vacina oferece proteção absoluta. O objetivo é reduzir significativamente o risco da doença e de suas complicações.


Mitos e verdades

“Herpes-zóster é apenas uma irritação na pele.”
Mito. A doença pode provocar dor intensa e complicações, como a neuralgia pós-herpética.

“Quem já teve catapora pode desenvolver herpes-zóster no futuro.”
Verdade.

“Quem já teve herpes-zóster nunca mais precisa se preocupar.”
Mito. A doença pode voltar a ocorrer e a vacinação pode ser indicada mesmo para quem já teve um episódio.

“A vacina contra herpes-zóster já faz parte da vacinação universal do SUS.”
Mito. A vacina recombinante não foi incorporada ao SUS na decisão de 2026 para a indicação analisada pela Conitec.

“O risco de herpes-zóster aumenta com a idade.”
Verdade.


Infográfico sugerido

HERPES-ZÓSTER EM 5 PONTOS

1 — CATAPORA
O vírus varicela-zóster entra no organismo.

2 — LATÊNCIA
O vírus pode permanecer adormecido durante anos.

3 — REATIVAÇÃO
Com o passar do tempo, especialmente diante do envelhecimento ou de determinadas condições, ele pode voltar a se manifestar.

4 — HERPES-ZÓSTER
Dor, ardência e lesões na pele podem aparecer.

5 — PREVENÇÃO
A vacinação pode reduzir o risco da doença e de complicações.

Informação hoje. Prevenção para o futuro.


Acessibilidade

ALT da imagem:
Representação médica do vírus varicela-zóster e da vacinação contra herpes-zóster, destacando a prevenção da doença e de suas complicações.

Legenda:
O vírus da catapora pode permanecer no organismo e ser reativado muitos anos depois. A vacinação é uma das estratégias para reduzir o risco de herpes-zóster.

Descrição acessível:
Imagem editorial de saúde mostrando, de forma limpa e realista, a relação entre o vírus varicela-zóster, sua permanência no organismo e a vacinação como estratégia de prevenção do herpes-zóster.


Fontes

Ministério da Saúde — Portaria SCTIE/MS nº 3/2026 — decisão sobre a não incorporação da vacina contra herpes-zóster ao SUS, Conitec — Relatório de recomendação sobre a vacina contra herpes-zóster — avaliação técnica e recomendação final, Conitec — Relatório para a sociedade nº 574 — informações sobre a doença e indicação aprovada da vacina, Conitec — Recomendações de 2026 — acompanhamento das decisões de incorporação de tecnologias ao SUS.


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